Dicas para início de atividades de trilhas

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Nenhuma atividade junto a natureza deve ser realizada sem o mínimo de conhecimento do local que se vai percorrer, equipamentos, materiais específicos e noções básicas de conservação ambiental.

Se você decidiu por iniciar a prática de caminhadas junto a natureza, ou trilhas, como costumamos falar, procure se preparar tecnicamente e adquira o mínimo necessário de equipamentos que garantam uma caminhada segura e confortável.

Há uma infinidade equipamentos que podem ser adquiridos. Os itens abaixo não precisam ser comprados de uma só vez. Você poderá comprar o básico para acompanhar uma trilha em grupo de poucas horas, que seria o calçado e uma mochila. O restante você vai adquirindo com o tempo e com a empolgação, ok? Preparamos este conteúdo o mais resumido possível, no segundo semestre de 2020 nosso e-book estará disponível de forma completa para você!

EQUIPAMENTOS

Calçado: Lembre-se que a parte do seu corpo que vai levar você para a caminhada deve ser bem tratada e cuidada. Utilizar aquele tênis mais velho com o solado liso para pôr na trilha é um erro que poderá custar caro. O calçado ideal para se caminhar na natureza deve ser leve, respirável, impermeável e com um solado que garanta a aderência necessária para os diversos tipos de solo que você pisará (pedras molhadas, lama, cascalho, areia, barro seco, raízes, etc.).

Meias: Utilize meias de materiais sintéticos. As melhores são de Coolmax. Uma boa escolha são as meias da Marca Selene para trekking, pois são confortáveis, duram muito e custam barato. Faça uma busca nas lojas virtuais onde são facilmente encontradas.

Calças: As melhores são as de materiais sintéticos e específicas para a atividade, pois são leves, secam muito rápido e confortáveis. Você encontra modelos que as pernas podem ser retiradas, virando uma bermuda.

Camisetas: Use camisetas com tecidos sintéticos tipo Dryfit, que mantém o conforto expulsando o suor e secando rapidamente. As de algodão são mais confortáveis no início, mas retém o suor no decorrer da atividade, tornando-se pesadas.

Mochila: Tenha uma mochila média de até 24 litros exclusiva para fazer trilhas pequenas. Nela você poderá guardar os equipamentos pequenos e carregar seu lanche, água, etc. Há modelos com capa de chuva embutida, que são ótimas! As melhores são resistentes a água, o que, junto com a capa de chuva, formam um belo conjunto protetor para os seus equipamentos quando você for surpreendido pelo mau tempo.

Agasalhos: Como estamos falando de equipamentos básicos, você deverá ter, dependendo da temperatura ambiente, pelo menos um fleece e uma parka. Se a temperatura estiver muito baixa, utilize, também, uma segunda pele. Essas três camadas manterão seu corpo aquecido. Utilize primeiro a segunda pele, em seguida o fleece e, por último, a parka.

Chapéu e óculos de sol: Os chapéus australianos ou os bonés modelo legionário protegem bem do sol. Na falta deles, utilize um boné normal, mesmo. O importante é estar protegido do sol.

Bastões de caminhada: São muito úteis em longas caminhadas, onde o ideal é utilizar um em cada mão. Para trilhas curtas pode ser utilizado apenas um para apoio. A maioria das pessoas não os utilizam em trilhas curtas.

Capa de chuva: há modelos tipo poncho que cobrem, inclusive, a mochila. Deve-se carregá-las sempre, como parte dos seus equipamentos rotineiros, pois o tempo pode mudar rapidamente durante a caminhada e é melhor estar prevenido.

Pochete: Muito úteis para levar itens pessoais e equipamentos eletrônicos, como celulares, máquinas fotográficas, carteira, etc.

Garrafinha de água: Você poderá optar por um squeeze (ou caraminhola), um cantil ou uma bolsa de hidratação, que ficará dentro da mochila somente com a mangueirinha para o lado de fora. Um macete interessante é congelar as garrafinhas de água. Na medida que a caminhada vai evoluindo o gelo vai derretendo e você terá água gelada por um bom tempo.

Kit de primeiros socorros: Gaze, micropore, atadura, soro fisiológico e povidine, além de seus remédios habituais para dor e alergias

Outros itens que completam o seu kit: Apito, bandana, canivete, lanterna, isqueiro, filtro solar, repelente, pilhas extras e alguma forma de comunicação, como celular ou rádio.

Alimentação: Se você está programando participar de uma trilha mais pesada, leve um lanche reforçado para consumir durante a caminhada. Além de ser um dos pontos altos da trilha, você estará garantindo a energia para concluir a atividade sem passar mal. Barrinhas de cereais são úteis para petiscar durante a trilha, mas não garantem a energia que você necessita. Uma boa receita de sanduíche é utilizando pão sírio com queijo polenguinho, alface, picles, tomate seco e peito de peru defumado em fatias. Nenhum desses ingredientes se deteriorará rapidamente e você terá um sanduíche saboroso para consumir. Evite requeijão, presunto cozido e outras coisas que podem estragar fora da refrigeração. Chocolate também é uma boa fonte rápida de energia. Leve, também, sucos congelados para beber na hora do lanche. Um sanduiche doce também é interessante de ter na mochila, junto com um toddynho para acompanhar. Dependendo da duração da trilha você precisará de mais de um lanche.

Água: Deve-se levar sempre o suficiente, se a trilha é de até um dia. Caso necessite captar água no ambiente, procure uma fonte de água cristalina, que esteja afastada de fontes de contaminação e utilize uma pastilha de cloro (clor inn), comprada facilmente nas lojas de equipamentos de aventura. Utilize uma pastilha de cloro para um litro de água, espere o tempo recomendado pelo fabricante e pronto! Você terá água potável.

Mínimo Impacto Ambiental

1. Caminhe sempre por trilhas demarcadas, evitando sair do seu traçado a fim de que o mesmo não se alargue.

2. Na ausência de trilhas o correto é andar com o grupo espalhado evitando a formação de novos caminhos.

3. Todo lixo produzido, inclusive o orgânico, deve ser trazido de volta.

4. Tire apenas fotos, deixe no máximo suas pegadas e leve as lembranças somente na memória.

5. Não devemos extravasar nossas energias gritando ou fazendo barulho. Devemos sempre nos conter e manter silêncio, pois assim temos mais oportunidade de observar a vida silvestre. Para extrapolar nossas energias vale mais a pena caminhar, escalar e tantas outras atividades.

6. Coletar pequenos suvenires, como: pedras, flores, conchas, dentre outros, degrada o ambiente, porque o conjunto desses elementos representa a beleza e a condição natural de cada lugar.

7. Não faça fogueiras, as fogueiras geralmente são extremamente danosas ao solo, causando a morte dos micro-organismos que propiciam a vida de outros seres. Em longo prazo afetam-no de tal maneira que nada mais nasce ali sem que haja um manejo. Portanto, a marca se torna permanente. O fogo pode ser ainda mais destrutível quando foge do controle. Uma fogueira pode se transformar em um incêndio florestal.

8. Quando estamos em ambiente natural devemos observar os animais à distância, sem interferir.

9. Alimentar os animais silvestres só traz problemas. Você pode provocar uma mudança do hábito alimentar, trazendo consequências negativas a saúde deles. Eles também podem se acostumar com o tipo de comida que lhes oferecemos, alterando seu hábito de buscar comida na natureza, aumentando a possibilidade de vir em busca de alimento onde há presença humana. Aí, então, eles não medem esforços para conseguir o que querem, rasgam barracas, mochilas etc.

10. Também é importante lembrar que os animais domésticos podem ser uma ameaça aos ambientes naturais! É proibido por lei, em determinadas Unidades de Conservação, o ingresso de visitantes com seus animais de estimação, como cães e gatos. Essa proibição toma como base o fato que eles podem levar doenças aos animais que vivem em ambiente natural. Outro fator é que os animais domesticados, naturalmente, possuem instinto e, quando se deparam com outro animal, reações como perseguir ou ser perseguido são comuns.

Esperamos que tenham gostado deste resumo de dicas para início de atividades de trilhas na natureza. COMPARTILHE este conteúdo com seus amigos, em suas redes sociais para ajudar a disseminar estas informações úteis.

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Cachoeira da Jangada – Brumadinho – MG

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A Cachoeira da Jangada está localizada em Brumadinho-MG, no distrito de Casa Branca, cerca de 6km por estrada de terra em ótimas condições partindo da Praça Central de Casa Branca. Para chegar em Casa Branca, siga pela BR 040 em seguida pela BR 356 até o posto chefão no Jardim Canadá, onde apresenta placas indicativas para pegar a estrada para Casa Branca. O distrito faz parte do Parque Estadual da Serra do Rola Moça e durante o caminho você pode parar para fotografar em seus maravilhosos mirantes.

INTRODUÇÃO

O local é de fácil acesso propício para banho, costuma-se ser movimentado aos finais de semana por ser de fácil acesso. Para chegar ao ponto inicial da trilha é possível ir tanto pelo distrito de Casa Branca quanto por Brumadinho, Piedade do Paraopeba.

ACESSO PARA TRILHA

Siga as placas de indicação na estrada. Partindo do ponto inicial de uma estrada de terra, inicia-se a trilha com seu leve declive aos seus curtos 2,9km de extensão. O tempo médio de caminhada caso você pare para fotografar é de 01h, sua elevação inicial é de 1043 metros e mínimo ao final de 850 metros, sendo 37 metros de aclive e 235 metros de declive na ida. Veja abaixo a altimetria de acesso.

DURANTE O PERCURSO

O percurso em sua maior extensão é por estrada larga de terra, possibilitando mais pessoas andar uma próxima às outras, mas logo no início você passará por uma mata um pouco fechada com alguns troncos caídos mas é bem curto este caminho, cerca de 100 metros somente.

Sem seguida você seguirá por uma ampla estrada de terra em ótimas condições possibilitando mais pessoas transitarem.

Ah, não podemos esquecer de compartilhar o acesso por GPS (Wikiloc) para você!
Clique aqui para acessar o traclog e acompanhar o percurso através do GPS.

Chegando próximo à cachoeira, você pode acessá-la pela parte de cima com alguns poços para banho que é muito interessante conhecer ou ir diretamente para parte baixa com acesso à queda da cachoeira da Jangada. O poço é raso em sua beira mas ao meio torna-se uma profundidade maior.

Cachoeira da Jangada Brumadinho

DICA:

Caso você visitar em épocas de chuva, o volume de água estará maior e fique muito atento ao entrar na cachoeira pois a correnteza é um pouco forte. Se for em épocas de estiagem é tranquilo.

Cachoeira da Jangada Brumadinho

CONCLUSÃO

Não temos muito ao que descrever sobre este lugar, pois é uma cachoeira de fácil acesso que você pode levar seus amigos, sua família para curtir um domingão ou até mesmo ir durante a semana pois o local praticamente estará vazio e você terá exclusividade.

OUTROS LUGARES PRÓXIMOS

Você sabia que no distrito de Casa Branca há outras cachoeiras acessíveis que podem ser visitadas gratuitamente? Veja abaixo uma outra dica de trilha com cachoeira que preparamos para você, a Cachoeira da Pedra Furada e Ostra, porém é uma trilha onde exige mais preparo pois há subidas e descidas muito íngremes.

Clique aqui para acessar o conteúdo da Cachoeira da Pedra Furada e Ostra.

GUIA LOCAL

Se vocês procuram guia local para conduzi-los em todos estes lugares, ou hospedagem, clique aqui e fale conosco que iremos indicar o que você procura de acordo com suas condições e expectativas!

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Apresentação Aventurando em Minas Gerais

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Seja muito bem vindo(a) ao projeto Aventurando em Minas Gerais, onde “Conectamos pessoas à experiências”. Não basta simplesmente ir para uma trilha, cachoeira ou viagem para registrar somente fotografias, ou então chegar no seu destino final, uma das coisas mais importantes é o “caminho” e nós, tornamos esta experiência inesquecível para você!

O QUE É O AVENTURANDO EM MINAS GERAIS?

Somos um projeto onde realizamos eventos de trilhas e cachoeiras de forma gratuita, e nossas viagens são totalmente rateadas entre os participantes tornando-as acessíveis para todos. O aventurando está em constante crescimento desde Janeiro de 2015, onde já realizamos mais de 180 eventos para diversos lugares de Minas Gerais e alguns fora do Estado, já tivemos cerca de 7 mil participantes.

QUE TIPO DE EXPERIÊNCIA PROPORCIONAMOS?

Conectamos pessoas à experiências. Se você busca ter contato com a natureza, bons amigos, você está no lugar certo. Somos um grupo sem fins lucrativos saudável e prezamos pela segurança e bem estar de todos os participantes. Nosso objetivo é fugir um pouco da rotina do dia a dia, estresse de trabalho, estresse pessoal, sair da zona de conforto e nos conectarmos em um ambiente simples, agradável e acessível para todos através de atividades de ecoturismo, trazendo crescimento, espírito de solidariedade e evolução. Nosso publico participante são de todas as idades, desde crianças, adultos, melhor idade. Famílias também participam muito conosco. Temos uma equipe voluntária preparada para lhes auxiliar no que precisar.

COMO PARTICIPAR?

Para participar é simples, não precisa ser expert no assunto, basta ter pré-disposição em estar em contato com a natureza, não precisa ter experiência pois auxiliamos você em tudo que for necessário, não precisa ter equipamentos inicialmente, baste ter uma simples mochila pequena para guardar seus pertences, levar água e lanche para as atividades e um calçado fechado. Nossos eventos são divulgados nas redes sociais onde você realiza sua inscrição gratuita e cuidamos de toda logística do evento. Você pode acompanhar nossa programação através das redes sociais no Instagram, Facebook.

NOSSA EQUIPE

  • Vinícius Xavier: Fundador e Organizador
  • Jonas Magayver: Organizador
  • Marcones Faria: Organizador

 

Qualquer dúvida que você tiver, por favor, pode nos contatar que estaremos de braços abertos e felizes por recebê-lo(a), (Palavras do Fundador – Vinícius Xavier). Teremos o prazer de tê-lo(a) conosco participando de nossas aventuras!

Um forte abraço e nos vemos por aí ! 😉

Cordialmente,

Vinícius Xavier
Fundador Aventurando em Minas Gerais
+55 (31) 99255.1703

Cachoeira Antares – São Thomé das Letras

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UM POUCO SOBRE SÃO THOMÉ DAS LETRAS

São Thomé das Letras, seu ar rústico, típico do interior de Minas Gerais, e sua localização montanhosa e elevada a 1.440 metros acima do nível do mar (permitindo a observação de praticamente toda a região ao redor) fazem com que a cidade seja destino preferido de muitos turistas entusiastas da natureza e de gentes ligadas às artes em geral. Alguns acreditam que São Thomé das Letras seja um dos sete pontos energéticos da Terra, o que atrai, para o lugar, místicos, sociedades espiritualistas, científicas e alternativas, o que dá razão a outro nome da cidade: “Cidade Mística“.

COMO CHEGAR À CACHOEIRA ANTARES?

Partindo do Centro de São Thomé das Letras são 15km de estrada de terra até a Cachoeira Antares. Pegando como referência o Camping do Delei, são 11km. As condições da estrada de terra são ótimas e você para o carro no estacionamento da Cachoeira. O acesso é gratuito e contém uma estrutura de barzinho que serve porções, almoço e tem banheiro.

DETALHES TÉCNICOS

Distância da caminhada: 320 metros.
Nível de dificuldade: Fácil
Declive acumulado: 59 metros

Altimetria

DURANTE O PERCURSO

Estradão de terra sinalizado com placas indicativas sem a necessidade de guia ou GPS.

A CACHOEIRA ANTARES

Logo após descer a trilha você encontra este visual da cachoeira Antares, em São Thomé das Letras. A Cachoeira possui uma queda de aproximadamente 12 metros e é considerada uma das mais bonitas da região localizada em uma área de preservação.

A prática de rapel pode ser realizada na Cachoeira Antares pois dá um toque a mais de emoção ao visitar a cachoeira. Seu poço é raso possibilitando uma refrescada tranquila.

Rapel Cachoeira Antares
Foto: Instagram: @viniciusvax86 – Fiquem a vontade de seguir!

CONCLUSÃO

Quando você chegar em São Thomé das Letras, indicamos à você a visitar primeiro a Cachoeira Antares, pois ela está dentro de um circuito de cachoeiras próximas como Cachoeira Véu da Noiva, Paraíso, do Flávio que em breve disponibilizaremos informações sobre estes lugares.

ONDE ACAMPAR? (O melhor Camping de São Thomé das Letras)

Camping do Delei.
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Dicas para escolha e uso de Barracas para Camping

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DICAS PARA ESCOLHA E USO DA BARRACA

Qual comprar?

Para cada terreno é necessário um tipo de barraca. Isso é fato! Há vantagens e desvantagens na hora de escolher a barraca. O que vai definir se a sua barraca é ideal ou não é a necessidade de uso. A barraca será sua morada enquanto estiver acampando e será seu abrigo de proteção na chuva, sol, neve e vento. Não adianta querer comprar a mais bonita da loja se ela não for adequada para situação da qual irá usar.

Como descobrir qual é a ideal?

Pense e responda. Onde vai usá-la? Vai acampar várias vezes ou fará uso eventual? No frio ou calor? Venta muito? Qual é o tipo do terreno? Vai carregar sua barraca na mochila enquanto caminha? Quantas pessoas utilizarão? Essas são perguntas para respostas que você precisa ter em mente para escolher sua barraca.

Tipos de Barracas

CATEGORIAS

Existem dois tipos de categorias que são definidas pelas estações do ano: três estações e quadro estações.

Três estações: São ideias para primavera, verão e outono. Essas barracas também aguentam o frio de climas tropicais. São leves e facilmente encontradas no mercado com janelas de ventilação, avancê (aquela varandinha na porta) e capa. Essas são as mais vendidas no Brasil.

Quatro estações: Ideais para climas frios e são mais resistentes ao vento e condições extremas, pois também isolam a temperatura interna. Essas são mais difíceis de encontrar no Brasil, a não ser em lojas especializadas em equipamentos de aventura.

PESO

O peso é um dos itens mais importantes. Sempre que é preciso escolher uma barraca, priorize pelas mais leves e compactas. Não tem nada mais incomodo do que ficar carregando um trambolho durante a viagem. Se você vai viajar de carro, avião, ônibus ou trem, e a maior distância percorrida será entre um terminal e o lugar onde irá acampar tudo bem levar uma barraca um pouco mais pesada. Mas se for carregar nas costas a mochila = barraca, não invente de comprar uma do tamanho família de 5kg. Barracas leves variam de 0,5kg a 1,0kg. Um peso de barraca confortável para três pessoas pode chegar até 3kg (essas são as mais comuns). Quanto maior as dimensões da barraca, maior será o peso.

Pequenas: (uma a duas pessoas) 0,5kg a 1,5kg
Médias: (duas a três pessoas) 2kg a 4kg
Grande: (mais de três pessoas) 5kg a 10kg

Obs.: A quantidade de pessoas que cabe dentro de uma barraca, indicada pelo fabricante são dúbios. Eles não levam em consideração a bagagem e equipamentos. Para uma barraca de duas pessoas, por exemplo, não vá esperando caber você, mais uma pessoa e duas mochilas. Se for possível veja a barraca montada antes de comprar.

Um exemplo de barraca leve, que cabe 2 pessoas, considerada a barraca mais técnica utilizada no Brasil (Azteq Nepal), é ideal para superar qualquer adversidades comuns de acampamentos.

COSTURA

Sempre verifique se a costura é selada. Se não for, existe no mercado um produto de silicone líquido selador que reforça as costuras das barracas (e mochilas), ideal para quem viaja na época de chuva. Ele deve ser aplicado em toda a costura, onde estão aqueles furinhos produzidos pela máquina de costura.

VARETAS

As de alumínio são mais resistentes, não corroem quando molhadas e são indicadas para usar em lugares com muito vento. Fibra de vidro é mais leve e flexível, mas tendem a entortar com ventos fortes ou rachar com o tempo.

ACESSÓRIOS

Escolha barracas com bolsos internos nas laterais, eles darão maior conforto na hora de ter em mãos objetos pequenos como óculos, relógio, mapas, pente e outros. Gancho ou tela no teto também são ótimos para colocar lanternas.

CORES

Marrom, verde musgo e cinza escuro com a paisagem e não são recomendadas para quem vai acampar em lugares selvagens. A não ser, que o objetivo seja camuflar! 🙂 Cores vivas como vermelho, verde limão ou amarelo são bem mais fáceis de serem localizadas e permitem que entrem mais luz durante o dia.

Este tom de barraca da imagem acima são tons mais camuflados, tons mais próximos à natureza. Não é tão recomendado, há não ser que você queira camuflar que também é uma ótima pedida! 😉

ESPEQUES (estacas)

Nunca é demais ter algumas extras. Dependendo do terreno e do tempo é melhor colocar mais de uma no mesmo suporte para firmar bem a barraca.

CORDELETES

Sabe aquelas cordinhas que vem junto com a barraca? Elas têm nome e função. São feitas para firmar a barraca em troncos de árvores ou pedras. Use e abuse dessas cordinhas em lugares com ventos.

LONA

Muita gente quando vai acampar já compra uma “loninha” para garantir que a barraca fique mais protegida. E aí, vira um “samba de crioulo doido” essa combinação de lona e barraca, que mal utilizadas geram um caos! Não pense que é só jogar a lona por cima ou colocá-la toda aberta por baixo da barraca que seus problemas com a chuva serão solucionados. Isso não funcionará! Na verdade, barraca boa tem que aguentar chuva, afinal foram desenhadas para isso. Mas caso queira realmente colocar a lona faça da seguinte forma:

– Parte de cima: Não encoste a lona em cima do teto da barraca. Faça um outro teto bem esticado acima dela. Dessa forma, você cria uma 3ª camada de proteção e não “sufoca” a barraca com a lona. Barracas também precisam respirar, abafá-la retêm o calor todo dentro, e em vez de eliminar um problema, você criará outro.
– Parte de baixo: Erro mais comum é colocar a lona toda aberta e depois colocar a barraca por cima. Aí sobra um monte de espaço feito para acumular água. Se estiver chovendo, a água precisa ser absorvida pela terra e não ficar acumulada perto da sua barraca. Por isso, coloque a lona na medida da barraca, sem sobras que possam reter a água e criar um lago à sua volta!

Veja um exemplo desta barraca com uma lona por baixo da barraca.

 

OUTROS CUIDADOS

– Nunca guarde a barraca molhada, pois desgasta o nylon. A melhor opção é deixar secar para evitar mau cheio e risco de mofar.
– Tenha em mãos um pano na hora de dobrar a barraca e use-o para limpa-la na parte de baixo. A cada dobra, passe o pano para limpar. Nada de deixar a barraca suja na terra, ok?!
– Opte em acampar na sombra, o sol também desgasta o nylon.
– Barraca bem esticada é sinônima de conforto. Ela não molha e nem vai sair voando por aí.
– Em situações de ventania, não deixe a parte da frente a favor do vento.

Veja a seguir algumas imagens de acampamentos realizados pelo AventurandoMG seja estrutura ou selvagem

Esta imagem acima é do grande Mestre de Acampamentos Luiz Silvio e Raquel, são proprietários da Pousada Cachoeira da Lage em Capitólio, um excelente lugar para se hospedar próximo à todos os pontos turísticos do Mar de Minas. Luiz e Raquel são experientes em Acampamentos e o Aventurando aprendeu muito com eles.

 

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